CARTA AO LEITOR

 

UMA CATÁSTROFE DA NATUREZA

Sou católico. Também espírita. Respeito todas as religiões. Mas Deus é o maior de todos. Ele é capaz de tudo!
Na segunda-feira, 8, o mundo caiu sobre a cidade do Rio de Janeiro.
Na manhã de terça-feira, 9, o Jockey Club Brasileiro estava alagado, os animais com água no peito, treinadores, cavalariços, etc, perderam tudo.
Funcionários não conseguiram ir para suas casas. Um terror!
Na quarta-feira, 10, a Comissão de Corridas emitiu resolução, cancelando as corridas do último final de semana.
Houve um misto de tolerância e intolerância. Algumas pessoas estavam indignadas com a transferência do Derby, outras, a favor.
Eu defendi na terça-feira o cancelamento das reuniões em alguns grupos de whatsapps.
Depois, repensando, na quarta-feira à noite, cheguei à conclusão que na quinta-feira, 11, os programas poderiam ter sido reabertos pela manhã, quem quisesse retiraria ou incluiria cavalos. À tarde as montarias e à noite, graças às tecnologias, os programas oficiais e retrospectos estariam à disposição de todos.
Mas, já era tarde demais. Teve treinador que se excedeu e foi punido, ou seja, aconteceu de tudo.
Uma lição foi aprendida: o JCB precisa se organizar para que, numa próxima, as coisas sejam facilitadas.
A semana de tempestades teve o anúncio de que a PMU fechou a operação Brasil, tornando-se apenas uma operadora de apostas.
O fator positivo foram os leilões do Paraná (Pró-Horse) e Porto Alegre (TBS), sendo que este último firmou-se como um dos três principais do país - suas vendas bateram os R$ 3 milhões -, ou seja, sucesso total.

MARCOS RIZZON

 

 
 

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