Luiz Renato Ribas
 
 

CAVALO BRANCO


CAVALOS

* Matéria prima e única do esporte que, através dos tempos, ficou conhecido no século XIX como turfe, isto é, a emoção inigualável das corridas de cavalos.

* Sem cavalos não há corridas cujo item, nos dias de hoje, é bastante preocupante para os hipódromos brasileiros, em especial, os menores, onde o Tarumã é esse protagonista.

* Há meio século, mais precisamente nos anos 60, a criação do cavalo puro-sangue no Paraná abrigava os maiores e mais conceituados haras do país.

* Hoje o cenário é tipicamente muito diferente, cuja produção de novos puros-sangues no Brasil caiu vertiginosamente, escasseando o plantel disponível à formação de páreos.

* A Vila Hípica do Hipódromo do Tarumã que chegou a hospedar, não tão dantes, mais de um milheiro de bucéfalos está com menos de quatrocentos hóspedes.

* Nem todos disponíveis para a formação dos páreos, que exige um mínimo de 80 a 90 cavalos para se fazer um programa regular.

* Alguns são potros ainda em formação, cavalos lesionados ou fora de forma, que dificultam a uma Comissão de Turfe a formação regular de páreos.

* Nem por isso o Jockey Club do Paraná entrega os pontos, tendo recentemente apelado a grupos de turfistas e ido às compras para ativar o seu atual plantel desfalcado.

* São cavalos com longa ficha pelas pistas brasileiras, longe do primeiro time, mas possuem uma característica ideal para esse fim: saúde e pernas para quem tem.

* E nesta quinta-feira, 18, graças a esse empenho do JCP haverá, surpreendentemente, uma noturna com dez páreos, com cavalos catados de um minúsculo plantel de apenas 375 PSIs.

 

 

 
 

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