Léo Friedberg |
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JCSP EM FOCO * E 2004 voou! Então, Boas Festas, Feliz Ano Novo, muita paz, muita saúde e muito sucesso a todos. Que ano difícil barbaridade; algo me diz que 2005 vai ser espetacular. O melhor de 2004, para mim, em termos turfísticos, foi o sucesso da criação brasileira no exterior. Parabéns aos nossos embaixadores. O pior foi o menosprezo à inteligência alheia e a falsidade, além da loucura de alguns. * O pessoal quer saber da política. Está pegando fogo e, agora, para desespero de alguns, vai haver uma pausa. As pessoas têm as suas agendas para as festas da passagem de ano e as férias. Para mim, Márcio Toledo só perde para ele mesmo. Explico: vem dando show de política e organização e se colocar nomes do turfe (que mereçam credibilidade) nas Diretorias Executivas (Alessandro Arcangeli, Kuki, Marcos Tomanick, Lafayette, etc, etc) sem precisar negociar (e não está tendo que fazê-lo), poderá desanimar os opositores e dar um “walk over”. Em matéria anterior, disse da importância de colocar os melhores em cada área e tive o endosso do Eduardo Guimarães nesta questão – o que muito me tranqüilizou. Um nome que deveria ser aproveitado, pois não teve chance de trabalhar – ficou pouco tempo – é o de Luiz Pugliesi. Não o conheço pessoalmente, mas tive a melhor das impressões. Paulo Pestana também vem se destacando na Comissão de Obras e Fernando Buffolo conseguiu o que ninguém imaginava (temos, assim, que dar chance para ala nova – Adolpho Smith, Julinho Camargo, Rodrigo Schulze etc), em tão pouco tempo, a aprovação pela Executiva da implantação da primeira máquina de apostas (quebrado mais um tabu). Darcy, Lord Pimentel e Marcelo Motta estão com o gás necessário para tocar o Jockey. Os demais, como previsto, desanimaram. Inclusive, vocês nem vão reparar, mas o Diretor de Marketing, em preparativos para o Carnaval, pediu licença. * Aliás, um diretor, que por sinal fez um ótimo serviço nas festividades do Dia da Justiça, ganhou a sua corrida – havia previsão de dois êxitos, como no ano anterior, mas um favorito seu fez forfait, republicou várias paginas na revista, edição nº. 76, estranhamente com o logotipo do JCSP. * Um grupo de pessoas importantíssimas no contexto do JCSP não aceita Márcio Toledo e está procurando um plano para recuperação do JCSP. Seus componentes participaram de reunião (tremenda furada) com determinada pessoa (de quem colhi, junto a um ex-sócio dele, as piores informações possíveis) para ouvir sobre o mirabolante projeto que inclui a construção de diversos prédios. Aliás, impossível junto à seta dos 2.000m, naquele importante trecho que é estritamente residencial, segundo um especialista na área de construção. Mas como no Brasil não dá para se dizer que nada é impossível, tomara... Porém, que seja via editais sérios, que as maiores e melhores possam participar para dar transparência e austeridade (termos da vitoriosa eleição dos 5 diretores, bolados pelo Marcos Xavier, por mim e pelos demais companheiros). Mas, desculpem, sem muito envolvimento com o tal gênio que disse ser diretor do Sinduscom e, feita a verificação, não era verdade. Chato, já chega o intermediário Dr. Leme – foi-se ver, nem advogado era. Este importante bloco não pode se apavorar e partir para a loucura. Vamos pelo bom senso, procurando o Bozzano, o Nahas, o Ernani Buffolo, o Naninho (que eu saiba, nenhum pode aceitar se lançar como presidente), alguém deste nível. Aí têm chance; do contrário, irão passar vergonha. * Semana passada, reclamei que, na mensalidade, veio uma mensagem do Paolillo dizendo que tudo caminhava bem. Agora recebo outra, datada de 9 de dezembro, com a realidade. Não entendi essa mudança de posição. Aí teve, ou virá? * Outro assunto polêmico foi o da mudança de raia, na semana passada. O criador e proprietário Toni Lara, em protesto, mesmo vencendo, não tirou a foto da vitória e publicou uma reclamação na revista. Fui procurado por um competente profissional que me passou dados informando que no GP Governador do Estado (G.3) o penetrômetro permitido era 7,0. Na primeira medição deu 8,2; marcaram outra para a tarde, deu 7,8 e correram, acertadamente, na grama. Agora, a tolerância foi aumentada para 7,5 pela manhã. Deu 7,9 e não marcaram nova aferição, mudando a raia do G.2. Dizem que o presidente da Comissão de Corridas chegou numa importante mesa de criadores e proprietários e tentou justificar a atitude do comissário de plantão responsável pela raia naquele dia. Disse que, apesar de não concordar, tinha que prestigiar o comissário, no que foi interrompido por um criador que não tem papas na língua e mandou na lata: “Você tem duas opções; demita o comissário ou peça demissão”. É duro! O JCSP, acertadamente, está em conversações com a TVA para que ela também transmita as corridas de Cidade Jardim, iniciativa que seria muito boa para a divulgação do turfe.
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