E-MAILS
Caro amigo Rizzon,
Hoje (27/1) o nosso Jockey está em festa, o MAPA nos deu por definitivo a Autorização para realização de corridas (Carta Patente)!
Sei do carinho que o amigo tem por nosso Jockey, pena que nosso Grande Amigo Carlinhos Mazza não pode vibrar com mais esta vitória, mas sei que ele e meu querido pai estão felizes com esta conquista e sei que até o fim de meu mandato farei o possível para não decepcionar. Um forte abraço,
Renato Braga
JT- Fico feliz com a conquista da Carta Patente definitiva. Tenho muitos amigos em Pelotas e o turfe daí possui, ainda, a chama da vibração. Parabéns! MR
Sr. Marcos Rizzon,
Desejando ingressar melhor neste mundo maravilhoso do turfe, embora já seja um turfista discreto mas permanente, gostaria de informá-los que sou um leitor dedicado de seu jornal e parabenizo-os pelo belo empenho em trazê-lo sempre em linha de excelência. Quero que contem comigo/conosco (meu pessoal) por aqui, no Rio de Janeiro.
Posteriormente mando-lhes mais informações sobre a minha pessoa e meus negócios e ideias para o desenvolvimento do turfe por aqui.
De momento, todavia, adianto a vocês que, como sócio do Jockey Club Brasileiro, aqui do Rio há mais de 43 anos, estou empenhado em ajudar meus bons amigos do turfe por aqui a escolher o melhor pessoal possível para comandarem o nosso Clube a partir de Junho deste ano. E vamos encontrar e ser vitoriosos.
Neste empenho não vemos situação nem oposição - queremos, sim, ver o melhor para o Clube como um todo. Neste sentido esperamos contar com vocês. Atenciosamente,
Carlos Bonaparte - Transtrade International Ltda
Prezado Rizzon,
Através de sua prestigiosa seção venho através desse e-mail fazer algumas colocações sérias, importantes e necessárias para alertar o JCB e a crônica de turfe em geral para mostrar a eles a realidade do turfe no Rio de Janeiro. Não há como fugir da verdade e dos fatos que estão reinando no Rio. A cada ano que passa o abandono do hipódromo em dias de corridas é total e nem em dia de GP Brasil - como aconteceu no ano passado - foi tão vergonhoso com a pouca quantidade de público, que antigamente, era considerada a maior prova do turfe nacional, com ótimos prêmios, etc, e que já pelos cariocas não é considerada a maior.
A diretoria não estimula os proprietários com prêmios decentes, tem também a realidade da crônica de turfe estar totalmente tolhida e abandonada no que tange a divulgação do ESPORTE DOS REIS. É bem verdade que a diretoria do JCB não mede nenhum esforço e não faz absolutamente nada para estimular as corridas no hipódromo.
Para você ter uma idéia, os jornais de grande circulação (Do Brasil, Lance, Campeão, Dos Sports, Extra etc) não tem nenhum tipo de consideração com o turfista de uma forma geral. Falo a respeito de fazerem programas de rádio e TV com reportagens com treinadores, jóqueis, aprendizes, proprietários, etc, bem como nos jornais acima mencionados. Para não dizer que os jornais de grande circulação não medem esforços, somente O GLOBO coloca os páreos em dias de corridas (sextas-feiras, sábados, domingos e feriados). Nas segundas-feiras não é colocado o programa, com marcações em asterísticos (não sei de quem são as marcações). Porém, na segunda somente colocam o resultado dos domingos. Porque também não colocam o programa de segunda no O GLOBO? Não sei que tipo de critério absurdo este jornal está fazendo, mas está totalmente.
A diretoria do JCB deveria se reunir com os jornais acima mencionados e tomar uma postura séria e sensata para melhorar o nível de divulgação do turfe do RJ, porque do jeito que está não sei onde vai parar, ou seja, acaba acontecendo como ocorreu com o Hipódromo Serra Verde que virou sede do governo; ou com o Jockey Club de Campos, que está abandonado e sem corridas.
Voltando ao RJ, não há uma reformulação dos locutores oficiais etc. Eu assisto pela TV sem som para não aguentar o festival de erros.
Desculpe o desabafo sincero, honesto e verdadeiro mas não pude ficar vendo essas coisas e ficar fazendo “vista grossa” com essa calamidade reinante e absurda no JCB. Um cordial abraço,
Julio Guilherme
JT- Este ano tem eleições. E muita coisa deve mudar. E para melhor!!! Sds, MR
Rizzon,
Desculpe meu comentário, mas sempre fico estarrecido quando um animal prejudica visivelmente outro e a Comissão de Corridas não desclassifica e o que me parece é que você às vezes critica com emoção e não com a razão.
Veja bem, a C.C. tem que ser rigorosa nas facetas deste esporte e com uma crítica sua pode ser que eles amenizem os infratores.
Tudo isto é por causa de uma crítica de uma corrida em que a Noites de Ronda foi desclassificada por ter prejudicado a Burca da Serra. Note que quando a Noites de Ronda fecha a Burca da Serra que vinha emparelhada, esta é suspensa pelo jóquei, fica a 2 corpos das ponteiras e depois volta e chega a ½ corpo da vencedora, portanto, quem tinha mais ação era a Burca da Serra que com 50 metros passarias as duas. A Farfarella Mia foi beneficiada sem dúvida, mas a desclassificação foi de fato bem acertada.
É só uma crítica construtiva. Abraços,
Miguel Villas Boas
JT- A ação da Burca da Serra ao ser dominada era zero. Com a levantada, ela saiu para fora, trocou de mão e voltou a render. Com mais 5 metros seria a ganhadora. E a Farfarella Mia, não tinha nada em casa. No momento do prejuízo foi isto o que eu vi. A Burca estava batida. Depois voltou! Sds, MR
Caro Ribas,
Foi com grande satisfação que há pouco li, em sua coluna no Jornal do Turfe, uma mais do que gentil referência sua, a minha pessoa. Não sei se faço jus à colocação, e se de fato já fiz pelo turfe paranaense o tanto que ele já fez por mim. De todo modo, muito obrigado.
E esperamos, sinceramente, que ao final de 2012 a retrospectiva do Raia Leve, ou de quaisquer outros veículos, relembre as boas novas do turfe paranaense ao longo do ano, e não “isso” que somos aturados a ver na atualidade. Assim como a personagem Werthe, protagonista do mais célebre romance escrito por Johann Goethe, o (verdadeiro) turfista paranaense está diante de um paradoxo de difícil compreensão: aquilo que um dia já lhe rendeu muito prazer, e já ocupou um grande espaço em seu coração, hoje é pretexto para ares de pura desilusão.
Mas avante, bravo correspondente e amigo. Tudo há de melhorar. Forte abraço,
Victor Augusto
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